Finanças Pessoais na prática!

Vamos falar de finanças pessoais?

Há uns dias lá no twitter, vi a seguinte afirmação quanto ao uso do cartão de crédito:

Fonte: Saulo Godoy

Parece algo banal, devido a estar embutido em nosso dia a dia, mas você já parou para pensar em como faz uso do seu cartão/dinheiro?

Eu como raramente uso dinheiro assim como o Saulo, parei para refletir o uso do meu cartão.

Deu isso aqui;

  1. A opção débito é raramente usada
  2. Não parcelo o máximo de vezes possíveis s/juros despesas não recorrentes
  3. Nunca parcelo despesas recorrentes, pode ser valor de 1k

Agora vamos refletir sobre as afirmações?

Por que não utilizar a função Débito?

Eu respondo a pergunta do título fazendo uma outra a você. Por que pagar agora se você pode pagar daqui 30 dias sem juros?

Se você tem o controle das suas finanças, por que deixar de ganhar juros?

Alguns podem dizer:

Cara, vou rentabilizar o que com a renda fixa atual (já esteve pior)?

Sim, eu sei que é pouco e tal. Mas ganhar pouco é melhor do que não ganhar nada!

Contudo, é importante frisar que isso não é para todos. Há pessoas que não tem um controle bem apurado de suas finanças. Logo jogar tudo no crédito pode ser uma tremenda de uma armadilha.

Dessa forma, para quem não tem o controle, o melhor é usar débito. O crédito pode ser usado apenas para as despesas não recorrentes.

Parcelar despesas não recorrentes

Em sua administração financeira, há separação de itens recorrentes e não recorrentes?

Na minha não há, pois não tenho tantas contas assim. Logo é fácil identificar o que não é despesa do dia a dia.

Exemplo: Trocar a embreagem do carro.

O exemplo acima é uma despesa não recorrente. Afinal, não se troca embreagem todo dia, todo mês. (Não estou falando de oficinas, ok? (é bom deixar claro hehe))

Eu por algum tipo de bloqueio ou outra coisa que não consigo definir, não consigo parcelar o quanto puder tal despesa.

O Saulo, autor da afirmação: -parcelo o máximo de vezes possíveis s/juros despesas não recorrentes, disse não ver problema em parcelar esse tipo de compra.

Aqui entramos em um dilema. Pelo lado financeiro, é melhor parcelarmos o máximo de vezes possíveis sem juros.

Contudo, o meu psicológico diz ao contrário. Mesmo sendo controlado, me incomoda parcelar qualquer coisa a perder de vista.

Por que não parcelar despesas recorrentes?

Não parcelar despesas recorrentes não é uma regra, mas você deveria encarar como tal.

Pois parcelar conta de energia, supermercado entre outros, fatalmente gerará a famosa “bola de neve”.

Sei que algumas pessoas acabam recorrendo a este procedimento para viver. Contudo, é importante evitar ao máximo tal atitude.

Pois uma vez gerada a bola de neve, conta em cima de conta, é complicado a reversão do quadro.

See ya!

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6 dias atrás

Olá Inglês

Concordo inteiramente com vc, inclusive não consigo parcelar a perder de vista, quando muito em 6 vezes.
Sucesso!!

5 dias atrás

Totalmente de acordo com você!

Leandrinho da TI Bradesco
5 dias atrás

Como mudam as coisas de pessoa pra pessoa. Pedi pro meu banco desativar a opção de crédito e só uso débito. Muito mais seguro para evitar qq divida. Jamais parcelei nada na vida

5 dias atrás

II,
Sem contar que os cartões de créditos te dão pontos que podem ser trocados em milhas ou mercadorias/serviços, e muitos outros benefícios como sala vip em aeroportos, guincho até 100km. Quanto a anuidade, você pode conseguir isentar com base no consumo mensal.

abrç

Daniel
4 dias atrás

Eu sigo uma regra bem parecida, que eu descrevo como “o menor valor possível, no maior prazo possível”. A diferença em relação ao post citado é que, quando compro algo não-trivial numa loja física (lembra delas?), sempre pergunto “faz desconto à vista?”. Não insisto, só pergunto uma vez, e é muito comum oferecerem 5% de desconto no débito. Nesse caso, pago no débito mesmo, por priorizar valores menores. Outra resposta comum é “não, mas fazemos 3x sem juros no cartão”, e aí caio na mesma regra de vocês, maximizando prazo desde que não afete o valor. Não tenho problema nenhum… Read more »